.png)
Melanoma: sintomas, diagnóstico e tratamento
O melanoma é um tipo de câncer que se desenvolve a partir dos melanócitos, células responsáveis pela produção de pigmento na pele. Embora seja menos frequente que outros cânceres de pele, merece atenção por seu potencial de disseminação para outras partes do organismo.
Quando identificado em fases iniciais, o melanoma apresenta perspectivas favoráveis de tratamento, geralmente por meio de cirurgia.
Entretanto, cada melanoma possui características próprias. A espessura do tumor, a presença de ulceração, sua localização e o estágio da doença são informações fundamentais para definir a estratégia terapêutica.
O tratamento adequado começa pela compreensão das características de cada melanoma.

O que é o melanoma?
O melanoma é um tumor maligno que se origina nos melanócitos. Na pele, pode surgir sobre uma pinta preexistente ou aparecer como uma nova lesão.
Nem toda pinta diferente é um melanoma. Da mesma forma, nem todo melanoma apresenta a aparência clássica de uma lesão escura e irregular.
Por isso, alterações novas ou progressivas merecem avaliação médica.
Recebeu um diagnóstico de melanoma? No vídeo abaixo, explico os principais passos depois da biópsia e como informações do laudo ajudam a definir o tratamento.
Quais são os sinais de melanoma?
Uma das ferramentas utilizadas para reconhecer características suspeitas é a regra do ABCDE:
A — Assimetria: uma metade da lesão apresenta formato diferente da outra.
B — Bordas: contornos irregulares ou pouco definidos.
C — Cores: presença de diferentes tonalidades na mesma lesão.
D — Diâmetro: lesões maiores podem chamar atenção, mas melanomas também podem ser pequenos.
E — Evolução: mudanças de tamanho, formato, cor ou outras características ao longo do tempo.
A evolução é especialmente importante. Uma lesão que cresce, muda de aparência ou apresenta sangramento espontâneo merece investigação.
Outro sinal relevante é o chamado patinho feio: uma pinta que apresenta características diferentes das demais lesões da mesma pessoa.
Importante: o ABCDE ajuda a reconhecer sinais suspeitos, mas não confirma nem exclui o diagnóstico de melanoma. Algumas apresentações não seguem esses critérios.
Todo melanoma é uma pinta escura?
Não. Embora muitos melanomas apresentem pigmentação escura, alguns podem ser rosados, avermelhados ou pouco pigmentados.
O melanoma nodular, por exemplo, pode surgir como uma lesão elevada, de crescimento progressivo, sem apresentar todas as características clássicas do ABCDE.
Por isso, a aparência isolada não é suficiente para estabelecer ou descartar o diagnóstico
Quais são os principais tipos de melanoma?
Existem diferentes subtipos de melanoma cutâneo.
Melanoma extensivo superficial: um dos subtipos mais frequentes, geralmente com uma fase inicial de crescimento predominantemente superficial.
Melanoma nodular: pode apresentar crescimento vertical mais precoce, frequentemente manifestando-se como uma lesão elevada e progressiva.
Lentigo maligno melanoma: ocorre principalmente em áreas de pele com dano solar crônico, especialmente em pessoas mais idosas.
Melanoma acral: surge nas palmas das mãos, plantas dos pés e região das unhas. Apresenta características biológicas próprias e uma relação com a exposição solar diferente daquela observada em muitos melanomas de outras regiões do corpo.
O melanoma subungueal é uma apresentação que pode ocorrer no aparelho ungueal e, em alguns casos, manifestar-se inicialmente como uma faixa pigmentada na unha.
Nem toda faixa escura na unha representa melanoma, mas alterações suspeitas ou progressivas precisam ser avaliadas.
Quem apresenta maior risco de desenvolver melanoma?
Alguns fatores estão associados a maior risco de melanoma, incluindo:
-
Exposição à radiação ultravioleta e histórico de queimaduras solares.
-
Pele clara e maior sensibilidade ao sol.
-
Presença de numerosos nevos ou nevos atípicos.
-
Histórico pessoal ou familiar de melanoma.
-
Determinadas predisposições genéticas.
-
Imunossupressão em situações específicas.
Entretanto, o melanoma também pode ocorrer em pessoas sem fatores de risco conhecidos.
Além disso, nem todos os subtipos apresentam a mesma associação com a radiação ultravioleta, como acontece com o melanoma acral.
Como é feito o diagnóstico do melanoma?
A investigação começa pela avaliação clínica da lesão e, frequentemente, pela dermatoscopia, exame que permite observar estruturas da pele não identificadas a olho nu.
Quando existe suspeita de melanoma, a confirmação depende do exame anatomopatológico, realizado a partir de uma biópsia.
Sempre que tecnicamente possível, prefere-se retirar toda a lesão suspeita com uma pequena margem, permitindo uma avaliação histopatológica adequada.
Em situações específicas, como lesões extensas ou localizadas em regiões anatomicamente complexas, outras técnicas de biópsia podem ser utilizadas.
A escolha deve considerar a necessidade de obter informações confiáveis para o planejamento do tratamento.
O que significa o resultado da biópsia?
O laudo anatomopatológico não informa apenas se a lesão é um melanoma.
Ele também apresenta características que ajudam a determinar o estágio da doença e orientar as próximas decisões.
Entre as principais estão a espessura de Breslow, a presença de ulceração e a avaliação das margens da amostra.
O que é a espessura de Breslow?
A espessura de Breslow é uma medida microscópica da espessura do melanoma, expressa em milímetros.
Ela é uma das informações mais importantes para o estadiamento e influencia decisões relacionadas ao tratamento.
Um laudo pode apresentar, por exemplo, Breslow de 0,6 mm, 0,8 mm ou 1,5 mm.
Esses valores não representam o tamanho visível da pinta, mas uma medida realizada pelo patologista ao microscópio.
Uma lesão pequena na superfície da pele não significa necessariamente um melanoma pouco profundo.
O que significa ulceração?
A ulceração é uma característica microscópica que tem importância no estadiamento e no prognóstico do melanoma.
Ela não corresponde simplesmente à presença de sangramento ou de uma ferida visível.
Sua identificação depende de critérios histopatológicos e deve ser interpretada em conjunto com a espessura de Breslow e outras informações clínicas.
Se a biópsia apresentou margens livres, ainda preciso operar?
Em muitos casos, sim.
Margens livres significam que não foi identificado tumor atingindo as bordas examinadas da amostra.
Entretanto, a retirada realizada para estabelecer o diagnóstico não corresponde necessariamente à cirurgia definitiva do melanoma.
Depois da análise do laudo, pode ser necessária uma nova intervenção para ampliar as margens ao redor da região onde estava a lesão.
Margens livres na biópsia não significam, obrigatoriamente, que o tratamento cirúrgico esteja concluído.
Entenda como é planejada a cirurgia do melanoma.
Em determinadas situações, especialmente quando existem dúvidas diagnósticas ou informações incompletas, também pode ser indicada uma revisão do material anatomopatológico.
Como é feito o estadiamento do melanoma?
O estadiamento é o processo utilizado para determinar a extensão da doença.
Ele considera as características do melanoma primário, a situação dos linfonodos regionais e a eventual presença de doença em outros órgãos.
A espessura de Breslow e a ulceração são fundamentais para classificar o tumor primário.
Entretanto, o estágio completo depende também da avaliação clínica e, quando indicados, de procedimentos ou exames complementares.
O objetivo do estadiamento é fornecer informações que ajudem a definir o tratamento e estimar o prognóstico.
Como os linfonodos são avaliados?
A avaliação dos linfonodos começa pelo exame clínico das regiões relacionadas à drenagem linfática do melanoma.
Quando existe um linfonodo suspeito, pode ser necessária investigação específica, incluindo exames de imagem e confirmação por amostragem de tecido.
Em outros pacientes, mesmo sem linfonodos clinicamente suspeitos, as características do melanoma podem justificar a realização da biópsia do linfonodo sentinela.
O que é a biópsia do linfonodo sentinela?
O linfonodo sentinela é o primeiro linfonodo, ou um dos primeiros, a receber a drenagem linfática da região onde estava o melanoma.
Sua biópsia é um procedimento de estadiamento que permite investigar a presença de células tumorais não identificadas no exame clínico.
Nem todo paciente com melanoma precisa realizar esse procedimento.
A indicação depende principalmente das características do tumor, incluindo Breslow e ulceração, além de outros fatores clínicos.
Quando indicada, a biópsia do linfonodo sentinela deve ser considerada no planejamento da cirurgia.
Todo paciente com melanoma precisa fazer tomografia ou PET-CT?
Não.
A necessidade de exames de imagem depende do estágio da doença, dos achados clínicos e da existência de sinais ou sintomas que justifiquem investigação adicional.
Em melanomas iniciais, sem achados suspeitos, exames extensos de imagem geralmente não são necessários.
Nos estágios de maior risco ou em situações de doença mais avançada, tomografia, PET-CT, ressonância magnética e outros exames podem fazer parte da avaliação.
Mais exames não significam necessariamente melhor investigação. O importante é realizar aqueles que podem contribuir para as decisões médicas.
Como é feito o tratamento do melanoma?
O tratamento depende do estágio da doença, das características do tumor e das condições clínicas do paciente.
Nos melanomas localizados, a cirurgia é o principal tratamento.
Em determinadas situações de maior risco ou doença avançada, outras modalidades podem ser necessárias, incluindo imunoterapia, terapias-alvo e radioterapia.
A escolha e a sequência dessas intervenções devem ser individualizadas.
Cirurgia do melanoma e ampliação de margens.
Depois da confirmação do diagnóstico, frequentemente é necessária uma cirurgia para ampliar as margens ao redor da região onde estava o melanoma.
A largura da margem é definida principalmente pelas características do tumor, especialmente sua espessura.
A localização anatômica também influencia o planejamento.
Uma lesão no tronco, por exemplo, pode apresentar possibilidades cirúrgicas diferentes de um melanoma localizado na face, na mão ou no pé.
O objetivo é realizar a retirada oncológica adequada, procurando preservar a função e a qualidade de vida.
A cirurgia pode exigir reconstrução?
Sim.
Dependendo da extensão da retirada e da localização do melanoma, pode ser necessário utilizar técnicas reconstrutivas.
Em alguns casos, a ferida pode ser fechada diretamente. Em outros, podem ser utilizados enxertos ou retalhos.
A técnica é escolhida conforme as características da região operada, priorizando a segurança oncológica e, quando possível, a preservação funcional.
Quando é necessário retirar linfonodos?
A abordagem dos linfonodos depende da situação clínica.
A biópsia do linfonodo sentinela pode ser indicada para estadiamento em pacientes selecionados.
Quando existe comprometimento linfonodal confirmado, o tratamento pode envolver cirurgia, tratamento sistêmico ou uma combinação de modalidades.
Atualmente, a retirada completa e imediata dos linfonodos de uma região não é obrigatória para a maioria dos pacientes que apresentam linfonodo sentinela positivo.
A decisão deve considerar a extensão da doença e o planejamento multidisciplinar.
O que é imunoterapia no melanoma?
A imunoterapia utiliza medicamentos que atuam sobre mecanismos de regulação do sistema imunológico, favorecendo sua resposta contra as células tumorais.
Essa modalidade transformou o tratamento de determinados estágios do melanoma.
Pode ser indicada em situações específicas, incluindo alguns pacientes com maior risco de recorrência após a cirurgia e aqueles com doença avançada.
Entretanto, nem todo paciente com melanoma precisa de imunoterapia.
A indicação depende dos benefícios esperados, dos possíveis efeitos adversos e das características individuais.
O que é tratamento adjuvante?
A imunoterapia utiliza medicamentos que atuam sobre mecanismos de regulação do sistema imunológico, favorecendo sua resposta contra as células tumorais.
Essa modalidade transformou o tratamento de determinados estágios do melanoma.
Pode ser indicada em situações específicas, incluindo alguns pacientes com maior risco de recorrência após a cirurgia e aqueles com doença avançada.
Entretanto, nem todo paciente com melanoma precisa de imunoterapia.
A indicação depende dos benefícios esperados, dos possíveis efeitos adversos e das características individuais.
O que é tratamento neoadjuvante?
O tratamento neoadjuvante é realizado antes da cirurgia.
Em determinados pacientes com melanoma ressecável e doença regional clinicamente detectável, a imunoterapia neoadjuvante passou a integrar as opções terapêuticas baseadas em evidências.
Essa estratégia pode melhorar resultados oncológicos em grupos selecionados e permitir que a resposta ao tratamento contribua para o planejamento das etapas seguintes.
Não é, entretanto, uma indicação para todos os melanomas.
O que são terapias-alvo?
As terapias-alvo são medicamentos direcionados a alterações moleculares específicas presentes em determinados tumores.
No melanoma, algumas mutações do gene BRAF, especialmente BRAF V600, podem permitir o uso de combinações de medicamentos que atuam sobre vias de crescimento tumoral.
Esses tratamentos têm indicações específicas e dependem da avaliação molecular e clínica.
Como é tratado o melanoma avançado?
Nos casos em que o melanoma apresenta comprometimento regional ou disseminação para outros órgãos, o tratamento pode exigir uma abordagem multidisciplinar.
Imunoterapia e terapias-alvo são opções importantes em situações específicas.
Cirurgia e radioterapia também podem desempenhar papéis relevantes, dependendo da localização, da extensão da doença e dos objetivos do tratamento.
A escolha deve considerar o controle da doença, os benefícios esperados, os possíveis efeitos adversos e a qualidade de vida.
Como é feito o acompanhamento após o tratamento?
O acompanhamento tem como objetivos identificar possíveis recorrências, avaliar a região tratada e reconhecer o surgimento de novos melanomas.
A frequência das consultas e a necessidade de exames dependem do estágio da doença, dos tratamentos realizados e das características individuais.
Pessoas que já tiveram melanoma apresentam maior risco de desenvolver um novo melanoma primário.
Por isso, a avaliação periódica da pele continua importante mesmo depois do tratamento inicial.
O acompanhamento pode envolver dermatologistas, cirurgiões oncológicos, oncologistas clínicos e outros profissionais, conforme as necessidades de cada paciente.
É preciso fazer exames de imagem durante o acompanhamento?
Nem sempre.
Em melanomas iniciais, exames extensos de imagem geralmente não são realizados rotineiramente na ausência de sinais ou sintomas suspeitos.
Nos estágios de maior risco, exames complementares podem integrar o seguimento.
O plano deve ser individualizado.
Perguntas frequentes sobre melanoma
Melanoma tem cura?
Melanomas diagnosticados em fases iniciais apresentam elevada possibilidade de controle definitivo com o tratamento adequado. O prognóstico depende principalmente do estágio e das características da doença.
Todo melanoma precisa de cirurgia?
A cirurgia é o tratamento principal da maioria dos melanomas cutâneos localizados. Em situações mais avançadas, outras modalidades terapêuticas podem ser necessárias.
Se a pinta foi retirada completamente, o tratamento terminou?
Não necessariamente. Mesmo com margens livres na biópsia, pode ser indicada uma ampliação cirúrgica de acordo com as características do melanoma.
Melanoma de 0,8 mm é grave?
A espessura de 0,8 mm é uma informação importante, mas não determina isoladamente o prognóstico ou todas as decisões terapêuticas. É necessário considerar ulceração, estágio e outros fatores clínicos.
Melanoma pode aparecer na unha ou na planta do pé?
Sim. O melanoma acral pode ocorrer nas plantas dos pés, palmas das mãos e região das unhas. Alterações suspeitas nessas áreas devem ser avaliadas.
Todo paciente precisa fazer biópsia do linfonodo sentinela?
Não. A indicação depende principalmente das características do melanoma e do risco estimado de comprometimento linfonodal.
Melanoma precisa de quimioterapia?
Atualmente, imunoterapia e terapias-alvo são modalidades importantes do tratamento sistêmico do melanoma em situações específicas. A quimioterapia convencional tem papel mais limitado.
Quando procurar avaliação especializada em melanoma?
A avaliação especializada pode ser importante diante de um diagnóstico recente, dúvidas sobre o laudo anatomopatológico, necessidade de ampliação de margens, discussão sobre linfonodo sentinela ou planejamento de cirurgias em regiões anatomicamente complexas.
Também pode contribuir quando existe comprometimento linfonodal, doença mais avançada ou necessidade de uma segunda opinião.
O objetivo é compreender as características do melanoma e definir, de forma individualizada, quais etapas do tratamento são necessárias.
Dr. Luiz Fernando Nunes — Cirurgião Oncológico

O Dr. Luiz Fernando Nunes é cirurgião oncológico, com atuação dedicada ao tratamento do melanoma, sarcomas e outros tumores cutâneos.
Graduou-se em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Federal de Bonsucesso e residência em Cirurgia Oncológica no Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Possui mestrado em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz e doutorado pelo INCA, com pesquisa voltada ao melanoma acral.
Sua atuação inclui o planejamento cirúrgico do melanoma, a avaliação dos linfonodos e procedimentos que procuram preservar a função e a qualidade de vida, respeitando os princípios oncológicos.
Atendimento particular no Leblon, Rio de Janeiro.
Saiba mais sobre melanoma
Cirurgia do melanoma no Rio de Janeiro
Entenda como são planejadas as margens cirúrgicas, a abordagem dos linfonodos e a reconstrução quando necessária.
Diagnóstico de melanoma: o que fazer depois da biópsia?
Saiba como interpretar o laudo e compreender os próximos passos do tratamento.
Biópsia do linfonodo sentinela
Entenda quando o procedimento pode fazer parte do estadiamento.
Melanoma acral e subungueal
Conheça as particularidades do melanoma nas plantas dos pés, palmas das mãos e unhas.
O tratamento do melanoma deve considerar as características da doença e as necessidades de cada paciente.
Da investigação inicial ao acompanhamento, as decisões devem ser fundamentadas nas evidências científicas e em uma avaliação individualizada.
Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui uma consulta médica.
Referências científicas
-
Amaral T, et al. Cutaneous melanoma: ESMO Clinical Practice Guideline for diagnosis, treatment and follow-up. Annals of Oncology. 2025;36(1):10–30. DOI: 10.1016/j.annonc.2024.11.006.
-
Garbe C, et al. European consensus-based interdisciplinary guideline for melanoma. Part 1: Diagnostics — Update 2024. European Journal of Cancer. 2025;215:115152. DOI: 10.1016/j.ejca.2024.115152.
-
Swetter SM, et al. Melanoma: Cutaneous, Version 2.2026, NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology. JNCCN. 2026;24(6):272–277. DOI: 10.6004/jnccn.2026.0027.
Especialista em melanoma no Rio de Janeiro
Melanoma acral
Melanoma subungueal
Biópsia do linfonodo sentinela
Página sobre melanoma no Rio de Janeiro revisada por especialista em cirurgia oncológica com atuação no INCA.
Compartilhe
Tag
Newsletter do Dr. Luiz Fernando Nunes
Receba conteúdos selecionados sobre melanoma, sarcomas e câncer de pele, baseados na experiência clínica e científica do Dr. Luiz Fernando Nunes.
especialista em melanoma, cirurgião de melanoma, cirurgia de melanoma, tratamento de melanoma, melanoma tratamento Rio de Janeiro, melanoma Leblon, melanoma RJ, cirurgião oncológico melanoma, melanoma especialista Rio de Janeiro, médico especialista em melanoma.O Dr. Luiz Fernando Nunes é especialista em melanoma no Rio de Janeiro, com atuação no Leblon e ampla experiência no tratamento cirúrgico do melanoma.