Câncer de pele

CÂNCER DE PELE

    Aproximadamente 20% das pessoas desenvolvem algum tipo de câncer de pele durante suas vidas. Os tipos mais frequentes são o Carcinoma Basocelular (CBC), o Carcinoma Espinocelular (CEC) e o Melanoma. Existem também outros tipos menos frequentes (menor que 1%) denominados em conjunto de carcinomas dos anexos cutâneos e o carcinoma de Merkel.

O que é o câncer de pele?

     O câncer de pele é o tumor maligno que surge na pele.  Pode ser classificado em dois tipos principais.  O melanoma e o não-melanoma.  Os dois principais tipos não-melanoma são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. 

Quais são os sinais e sintomas primários?

     Os principais sinais do melanoma são lesões pigmentadas assimétricas, com bordos irregulares, com mais de uma cor, com diâmetros superiores a 6mm e que apresentam mudança de aspecto.  O carcinoma basocelular e o espinocelular podem se apresentar como feridas que não cicatrizam dentro de um mês, com prurido (coceira) ou até com sangramento.

O que causa o câncer de pele?

     As causas do câncer de pele estão relacionadas a vários fatores como o aumento da exposição solar, atividades laborativas expostas à luz solar, mudança da forma de se vestir, depleção da camada de ozônio. Existem alguns estudos relacionando o CBC e o CEC como fator de risco para o desenvolvimento de outras neoplasias internas, embora este assunto seja controverso.

Como se faz o diagnóstico do câncer de pele?

    No diagnóstico do câncer de pele, embora o achado de nódulos ou eritemas possa sugerir a presença dele, o diagnóstico histopatológico com a biópsia é mandatório. Os tipos de biópsia que podem ser utilizados são: “shave”, “punch”, excisão fusiforme (excisional ou incisional). A escolha da biópsia baseia-se na forma da lesão primária.

Como é realizado o tratamento do câncer de Pele?

    A abordagem geral do câncer de pele é dirigida em função do tipo do tumor, seu comportamento biológico, a localização da lesão, das condições de saúde do paciente e se a lesão é primária ou recidivada. Essa pode ser feita através de procedimentos não invasivos ou através de procedimentos invasivos como a simples retirada através da cirurgia.

Como deve ser realizado o tratamento cirúrgico?

    A cirurgia com ressecção total do câncer de pele com uma margem de segurança é o melhor tratamento e nos casos de câncer de pele não melanoma a cura chega próximo dos 100%. A congelação das margens após a cirurgia feita pelo médico patologista determina a adequação das margens evitando que o paciente tenha que ser submetido a um novo procedimento cirúrgico.

Quais são as opções de tratamento para o câncer de pele?

   A cirurgia micrográfica de Mohs é uma abordagem cirúrgica que permite a adequação das margens e a conservação de tecido normal. A curetagem e eletrocoagulação e a crioterapia com nitrogênio líquido são métodos alternativos para o tratamento do câncer de pele reservada para lesões pequenas (menor que um cm), CBC superficial ou nodular, ceratose actínica, e carcinoma epidermóide “in situ” sem envolvimento folicular localizados no tronco ou extremidades. Existem também alguns medicamentos como o Imiquimod e o 5-fluorouracil que são indicados principalmente para o câncer de pele não melanoma nas fases iniciais das lesões.

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Luiz Fernando Nunes

LEBLON | RIO DE JANEIRO

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